
Alguns sentimentos são como as águas de um rio... Nunca será como a primeira vez. Ninguém entra no mesmo rio duas vezes. Águas passam enquanto o mundo suspira a dor da existência. É assim que a vida me faz sentir... Quanto mais tu luta e te esforça para encontrar a essência do sentir, a impressão da primeira vez permanece intacta dentro da mente de quem se desprendeu por vontade, ou sacrifício, por uma imensa contradição ilícita.
O que leva a indiferença dentre o que é ser humano: o verdadeiro sentir. De uma forma sincera e bruta, porém sutil, relato minha verdade, que talvez seja a única certeira: Diante de que é meu mundo ser e sentir estão eternamente ligados. Pois tu és uma somatória de sentimentos, o que proporciona tuas experiências vitais, só assim podes ser um verdadeiro humano, o sentir inato, a tua epifania a luz da manhã fria e calma.
E então, talvez tudo esteja mais claro. Mas minhas cicatrizes são enfáticas, pois amor verdadeiro é suicídio inerente com o sentir simultâneo... Como pólvora dentre os neurônios de um insano, e uma estaca peito ao meio. O que tem poder de corromper, desgraçar, sangrar... Mas com um tanto de idealização doce e amorosa. O que eu não sei mais, por em prosopopeia, na minha justa prática de escrever e matar um pouco do que aenti, ou fortalecer...
Talvez eu ainda procure, apenas para ser um tanto humana e venturosa, mesmo que por nostalgia. Mas, com o tempo, e como rio, o devir age diretamente fazendo com que a vida seja mutável e efêmera... Na morada da juventude e do inesperado, o verdadeiro surpreendente e livre. O que o vento e o tempo carregam com leve tom fugaz e traiçoeiro... Que desaparece, assim como o que fui e foi, e sou. Assim como os surtos da tua mente em um dia pífio, em algum lugar diante da luz do nascer do dia.
...Where love is more than just your name.
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