segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Páginas, aromas, fotografias, outros ventos e garrafas sem rótulos. Eu queria te dar um pouco do meu amor mundano. Falar-te de Drummond até o fim da madrugada e das poesias verssilibristas nuas em minha mente. Sobre Elis, a brevidade da vida e do etílico que enche meu copo e elogia minha loucura com versos que jamais se apagam, que se deixam e vão.

Devorar-te com a vida que existe em meus olhos; Te ensurdecer com meu riso que soluça; Te embriagar com a minha lucidez que divaga sem heróis, mas com amor leve e te fazer sorrir, pelo menos uma vez, com a volúpia sacana do meu olhar que te fita. eros