quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

I remember you!


"Acordei para o som da chuva torrencial,
O vento sussurrava e eu pensei em você
E em todas as lágrimas que chorou, que chamavam meu nome,
E quando você precisou de mim, eu correspondi.

Eu desenho um quadro dos dias passados,
Quando o amor ficou cego e você me fazia ver.
Eu ficaria uma vida inteira em seus olhos,
De forma que eu sabia que você estava lá para mim,
Vez após vez, você estava lá para mim.

Lembro-me de ontem, caminhando de mãos dadas,
Cartas de amor na areia, eu lembro de você.
Através das noites sem dormir e a cada dia interminável,
Eu queria ouvir você dizer, eu lembro de você."


Eis me aqui, me entorpecendo com o vinho de marca vagabundo, o único que encontrei inteiro dentro de um estabelecimento há essa hora. Bom, já te disse tanta coisa, mas ao tempo não te entreguei nada!

Eu ainda consigo fazer sentido, e escrever-te essas palavras, que vem do coração, da alma. Eu já não sei, se tu se lembras de mim... Com a mesma certeza de antes. Mas não importa eis me aqui. Pra dizer, embora tenha passado tempo... Pouco, eu sinto-te comigo. Eu te amo, consigo te amar, acima de qualquer um. Somos humanos, e amo teus defeitos. Tuas inúmeras qualidades, e teu modo de agir...

Quero ocupar todos os teus pensamentos, e não mais me embriagar com esse vinho. Embriagar-me do que há em ti... De alguma forma, no meu interior algo me diz, que tudo irá funcionar... Como deve!

Trocaria-te por todos os meus amanhãs, quaisquer bem desse mundo, ou ser... Eu te amo, hoje amanhã, e de fato ontem... Até mesmo antes de te conhecer!


"Cause you'll always be my dream come true!"

Open mind for a different view...


Hoje, é o último dia do ano... É um dia como outro qualquer, de fato... Mas me faz refletir, sobre todos os meus atos nesses 365 dias, é.

Se eu for resumir, em uma palavra tudo que este ano significou... Mudança! De absolutamente tudo, exteriormente. Como se fosse um teste da vida, até onde eu poderia suportar. É, acho que foi uma grande surpresa... Tudo há dor, mas ao mesmo tempo se você abrir a sua mente para uma visão diferente... Você consegue distinguir céu de inferno, dor de drama, perder e deixar, viver e existir. E começa a acreditar na realidade, deixa de culpar o destino...

Algumas coisas deixam de importar, futilidades. Já outras você necessita a cada instante, mas tem o receio de tê-las. Esse é o medo de errar...

Mas com o tempo você aprende a controlar seus medos, receios, ansiedades... Basta usar o pensamento, a seu favor... Como é possível, grandes homens moverem nações... Com músicas, palavras... E nós, meros cidadãos pacatos “normais” nem se quer conseguimos conter nossos “sentimentos”, nossos “extintos”? Eles podem ser tudo, ou nada. Podendo ser algo miraculoso quando usufruímos com cautela.

Perder... O que isso significa pra você? Bom, consegui adquirir real sentido dessa palavra de seis mínimas letras... Que tem o poder de desgraça... Parece duro, mas é a dura verdade. Mas tudo tem um fim certo? Pois bem, a dor também. Ela não te leva a nada. Por um intervalo de tempo, te faz realmente humano, em sentir... Tudo que há, perder te faz aprender...

Talvez algum dia eu viva tudo que eu já vivi outra vez, para aprender mais! Ou de outras maneiras, pois eu sou errante, isso é ser humano... Ser falho! E ter a capacidade de aprender com a maioria das coisas, é incrível.

Seja, apenas isso... E nada mais importa!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O real sentido da vida.


O que é a vida para ti? Acho que para muitos, a vida é um purgatório – mais uma mentira que nos fazem acreditar – ou um inferno, um exagero humano... Pois tudo tem dois lados. Mas na realidade, não é.

A vida é muito, e ao mesmo tempo pouco... O pouco que temos e que nos resta. O muito que ela significa. Mas nem todos nós temos essa visão ampla do funcionamento do que nos rege.

Vida - O período de tempo que decorre desde o nascimento até a morte dos seres.; Modo de viver; Comportamento; Fundamento, essência; causa, origem... Estes são os significados teóricos, mas será que os praticamos? Nos preocupamos com o fundamento, a causa, comportamento, e nossa origem? De fato o que é passado, passou... Mas como podemos entender o que se passa, sem os fatos passados? Se no presente, estamos preocupados apenas com o futuro?

São princípios, são valores. O que falta na humanidade atualmente. Tudo que há é banalizado, e tudo que nos é autônomo, rotulado como anômalo. É uma questão de “evolução contrária” chegamos ao ponto, de perdemos o respeito, a liberdade de nós mesmos.

Perdemos o amor, ao que nos é mais valioso... A liberdade, que no meu sentido a vida se resume nela. Ser livre, e deixar os limites para trás, o padrão, o comum, e o rotineiro. Ser!

Fazemos planos demais, a procura da grande felicidade... Esquecendo as menores. E assim a vida que é muito, se torna-se pouco e ruim. Ela irá passar rápido demais. Você irá apenas existir, e perderá o sentido de viver. E poderá mudar para sempre, e não para melhor.

Erre, levante... Seja, não tenha vergonha... Aprenda, mas também ensine... Amadureça, mas nunca se esqueça do que é bom... Mude, é a lei... E acima de tudo viva!

A vida é como poeira ao vento.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A dúvida ainda está...


Talvez eu não seja tão vazia, e não consiga transformar meus sentimentos em palavras; Talvez ainda haja uma linha de esperança; Talvez eu ainda não tenha demonstrado os verdadeiros motivos; Talvez eu ainda tenha forças; Ou até mesmo, coragem... Tudo em apenas uma. São apenas teorias. Ou minhas verdades... Mas percebeste que usei a conjunção alternativa em todas as hipóteses? Pois se ainda há dúvida, não devemos ofuscá-la. Ela não esteve comigo todo tempo, e foi algo que você deixou aqui.

Eu ainda estou aqui, a um cair de tarde... E esse pode ser um dos motivos mais nobres para isso, o que é sentido... E eu espero poder crer em mim, com mais intensidade... E ter mais coragem, para que em um momento você também creia.

Três palavras poderiam resumir, mas é tão pouco. E não sabemos se é o início, ou o fim.

Talvez seja o início, e daqui quinze anos; eu te encontre em um dia cinza, em uma cafeteria... E por um “acaso” você ainda esteja aqui, dentro de mim... De onde você nunca deveria ter saído. Ou, nunca seja a palavra-chave... E então, nos contentaremos com o fim. Pois tudo tem um início, um meio e um fim, inclusive a vida. Mas as memórias virão por si só... A nostalgia. Em um dia rotineiro, ao encontrar aquela caixa, de tudo que lhe é importante, lá vai estar. E então, você irá sentir.

Embora, a maioria das pessoas tente esconder o que lhes foi importante, infância, adolescência, seja como for - têm vergonha da vida – irão lembrar, do que foi bom... E desejar que por um momento só reviver, e ter mais um motivo para sorrir... No presente, ou daqui mil anos. Os erros nos fazem questionar, e aprender... E também a os nunca esquecer. Como os momentos que de fato, foram importantes para construir-te.

Minha única certeza é a esperança de estar. E o meu único medo é o esquecimento. Pois a cada segundo, nos relacionamos, acreditamos, vivemos. Essa é a ordem humana das coisas, mas por um momento só desejo que tenha a convicção do que realmente sou. E não quero ser mais um enigma na sua existência.

E a cada novo instante, nos fazem acreditar na vida que formulam, e tapam nossos olhos a verdade de viver, que não significa apenas existir. E é assim, você não apenas existe, posso te sentir... Não mais te tocar, mas sem fraquejar sigo na persisto na tua vida, sem nenhuma saída. Pois me perdi, em ti.

E é tudo que eu sei de mim, hoje. E que ontem, você foi a epifania da minha vida.

I will be there.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

In My Life...


Há lugares dos quais vou me lembrar
por toda a minha vida, embora alguns tenham mudado
Alguns para sempre, e não para melhor
Alguns se foram e outros permanecem

Todos esses lugares tiveram seus momentos
Com amores e amigos, dos quais ainda posso me lembrar
Alguns estão mortos e outros estão vivendo
Em minha vida, já amei todos eles

Mas de todos esses amigos e amores
Não há ninguém que se compare a você
E essas memórias perdem o sentido
Quando eu penso em amor como uma coisa nova


Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto
por pessoas e coisas que vieram antes,
Eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas
Em minha vida, eu amo mais a você...


Acho que é uma boa forma de começar... Tentando resumir.

Pessoas surgem em nossas vidas, e também vão. Por motivos, nem sempre justos aos nossos olhos. Mas muitas vezes vão porque querem, e não por serem “forçadas” a ir... Quando não escapatória, e a vida te coloca em situações dolorosas, como sentir falta... A saudade.

Pois então, mudar... O que é mudar? Existem vários sentidos... Mudar; o corte de cabelo? A convicção? Os princípios? Ou mudar... A vida?

Você deve pensar com tudo isso que estou dizendo... Por que não recomeçar? Diversas vezes, eu já tentei. E te procurei em outro alguém, mas existe algo dentro de mim que me impede de amar inteiramente alguém, como eu te amei.

Dizem que o tempo é o melhor remédio. Não, literalmente não é. Passou-se muito tempo desde que eu te perdi, e a dor continua aqui dentro de mim. Mas muitas vezes, eu sinto como se não quisesse que a dor fosse embora... “It's gonna hurt, and I love the pain!” Pois parece que assim, vou te perder para sempre... Eu tenho um pouco de ti em mim, muito.

E apesar de tudo, eu não consigo me arrepender... De você, de mim, de nós dois. Me pego lendo, a única coisa que de fato “sobrou” junto a mim, a tua carta... E toda vez, eu tenho a certeza; de quem eu verdadeiramente amei, e amo é você... E nela, tem um “pedido” pra eu ser feliz, mas como isso é possível... Se eu ainda não te encontrei?

Mas as palavras nunca serão suficientes, é! Quando o que eu mais queria, era estar junto a ti. Eu te amo, e sinto tua falta amor.


In my life I've loved them all.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Somehow you just seem to shine.


Existe uma única coisa que não me sai da mente. Se tudo que eu vejo me faz lembrar, refletir sobre o que você é. Com a Lua, acima de mim... Minha única companhia.

Eu já tenho falado tanto deste assunto aqui, que já nem sei se faço sentido. Mas os sentimentos é o que eu tenho de mais puro e verdadeiro em mim. E o que é clichê, não me chama a atenção, e sentimentos... São algo para ser, e não rotulados, ou desmentidos.

Mas voltando ao assunto, o que me faz escrever. A cada segundo, em que o relógio continua a bater nas noites, talvez seja um sentimento de nostalgia apenas, ou dúvida. Mas quanto mais se sabe sobre si, mais se tem dúvidas. Deve ser a ordem.

Todas as músicas, todos os prazeres me levam a uma única direção... Um ser humano, com todos os defeitos, qualidades... Uma pessoa “comum” apenas, mas aí é que vem a dúvida. Como é possível? Eu pensar tanto em tudo que passou em todas as experiências... Se já perdeu o sentido para ti, ou não.

Toda a dor, o pranto. Que por algum tempo abrigou-se em mim, com um poder enorme. Não há culpados. É injusto dizer que há. Se dentre todos os erros, nós os cometemos enquanto ainda tínhamos tempo para reverter, ir a caminho da tão sonhada “felicidade” que no caso, foi instantânea.

Como é de se notar, eu adoro citar Goethe; pois bem. “Só conhecemos aqueles que nos fazem sofrer.” Conheço... Todos seus pensamentos, hipóteses, façanhas e medos. Talvez você não me conheça tanto pela minha forma de ser, mas estava sempre disposto a compreender. Nosso molde é quase o mesmo, digamos que temos os mesmos princípios... Pensamentos, idéias, ser e estar. Pois isso me fazia me perguntar o que você era, e por que estava ali, e tentava ao máximo compreender o que havia em mim? E o que me instigava era a sua essência, que todos têm essa autonomia. A tua estrela brilhava diante dos meus olhos... A tua energia se equilibrava com a minha, de uma forma surreal.

Já escrevi tanto sobre isso, diversas vezes. Mas apenas para mim, como um desabafo. Como um fim ao medo, contando tudo ao meu maior melhor amigo, o papel. Pode ser cômico, mas é assim, o simples ato de escrever.

Cansei de procurar motivos racionais para dizer tudo isso, se esse sentimento já é extremamente irracional, o amor é assim, essa é a NOSSA verdade. É o que mais fascina diante dos olhos, dos meus e dos teus. Basta acreditar.

E apesar de tudo, superação é a palavra-chave para duas almas perdidas. As estrelas já nem são o bastante como representação, por isso encontrei a Lua.

A minha maior certeza é te dizer o quanto é grande o meu sentimento, em tampouco tempo. Não posso esconder as minhas verdades e mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira. E nunca será tarde demais, para o que é certo e verdadeiro. Para o puro e forte, para o que é sentido... E esquecer o medo de errar, é. Isso é humano!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

It's gettin' dark, too dark to see.


"Antes fosse uma tempestade, com trovões e chuva forte, mas não, é só um dia cinzento, aliás, são todos os dias cinzentos: sete segundas feiras por semana..." (Eduardo Lopes)

Dias assim, várias coisas me chamam a atenção... Ainda mais o meu humor, a monotonia da vida, é. Têm-se tudo, e não se tem nada. Distimia, bipolaridade... Muitas vezes eu não sei.

Talvez seja a dúvida, do que há. Do que está acontecendo. Hoje... É um dia cinza, a chuva bateu pela manhã, mas sem muito querer... Está nublado, cinza. O folk é a minha trilha sonora, Bob Dylan... Persisto em Knockin' On Heaven's Door. Que foi escrita após um encontro da morte de Bob, um acidente de moto... Eu consigo ter a minha interpretação...

It's gettin' dark, too dark to see” fica escuro pra ver, o que eu já não vejo... Mas que está persiste em estar aqui.

That long black cloud is comin' down” aquela nuvem escura está abaixando... E o medo, de já não mais saber, quem é, o que é e quando estará.

E a chuva vem, "I feel I'm knockin' on heaven's door…" Sinto-me como se estivesse batendo na porta do céu... É difícil explicar, como a chuva tem poder sobre mim. Talvez porque seja algo que não tenha sido criado pelo homem, pode ser tão forte quanto a Lua... E me faz perguntar sobre todas as coisas que estão dentro de mim. E a ciência não explica!

Sobre os meus sentimentos, que existem, sim! E eles me fazem ter a dúvida, de serem os corretos... Ou de ainda “existirem para mim”.

A chuva me faz pensar sobre o fim. Que existiu? Ou nem aconteceu. Ou talvez esteja por vir. Mas eu acho cedo, para dizer adeus, jamais.

Nenhum livro, termina sem a última página.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Questions of science, science and progress.


Todos têm problemas, todos têm perguntas, mas nem temos todas as repostas... Essa é a batalha da vida, de cada um de nós. De alguns, mais pesada... E de outros não.

Nossas respostas estão dentro de nós mesmos, mas com tanto desespero nem notamos... Quando estamos confusos; se pararmos e analisarmos todas as alternativas, todas as hipóteses, poderíamos chegar a com consenso interno... Parece meio que um sistema, mas não é. Pensar é algo tão divino, e deveríamos colocar esse dom único dentre todos os animais em ação, pois bem. Temos esse poder, de controlarmos nossos atos pelo pensamento, e a conseqüência disso são as nossas escolhas, que repercutem em nosso estado de humor. Na nossa vida, felicidade, realização.

As escolhas podem ser corretas, ou incorretas. Isso depende unicamente do que raciocinamos internamente.

E a felicidade, bom... Os momentos bons têm o mesmo tempo dos momentos ruins, é. Mas o que é bom passa tão rápido, que quase nem aproveitamos... Vivemos basicamente, em função de saber quando a felicidade irá terminar... Como uma droga, ou uma bebida, que após uma noite passa o efeito, e temos ressaca ou alucinações...

E onde nasce o Sol? Porque nos perguntamos isso? Onde está a felicidade, se em busca dela... Vivemos inúmeras coisas, que passam despercebidas por nossos olhos, e que se analisássemos bem... Poderia ser um momento único. Basta prestar atenção. No que está havendo, e quem está ao teu lado.

Porque o sentimento de perda, não há pior. Desejar tanto algo, que já não pode mais estar lá... Viver disso não é a procura de uma vida feliz, ou de qualquer momento de paz. Não é, realmente não.

“Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Um papel de coadjuvante na guerra
Por um papel principal numa cela?”

E quem nunca sofreu por alguém? E quem nunca sofreu por algo? Eu... Já sofri, por um breve tempo... E enquanto isso acontece, nos significa a eternidade, o máximo do que podemos imaginar, algo desenfreado, sem sentido, e pra quem vê sem motivo.

Como diria Goethe: “O dever: gostar daquilo que prescrevemos a nós próprios.”

Ama a ti próprio, assim poderá amar a outro... Parece ser egoísta por um momento, mas depois de um tempo passa a ter todo o sentido do mundo. Por isso eu digo, mudança... É a lei da vida!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

War Of My Life.


E mais uma vez, a chuva está me fazendo companhia... Talvez já tenha tido tudo que queria, mas foi um prazer passageiro. Como a maioria das coisas. É um caminho árduo, longo. Essa é a vida.

Dentro de mim, vários sentimentos... Podemos ter em nossa mente, um Hitler e um Gandhi, isso depende da situação. Podemos ser como um veneno ardente, ou apenas suaves... A vontade é predominante, e o impulso também é.

O vazio é tão cheio... Pois quando nos sentimos vazios, milhares de coisas passam pela nossa mente, e o que está realmente vazio é o coração, a emoção.

O silêncio grita a solidão. Tem o poder de nos aconchegarmos, e nos fazer bem... Ou significar o fim.

As lágrimas... “Talvez a emoção se tornasse tão intensa que transborda do corpo. Sua mente e seus sentimentos tornam-se poderosos de mais. E seu corpo chora.” O poder da mente, nos faz assim. Tudo que é sentido tem alguma conseqüência.. Benéficas ou maléficas. E secam por si.

Tudo me faz me perguntar: Por quê? Por que nos colocamos nessas situações? Se estaremos de fato, sempre sozinhos... Se não amamos a nós mesmos, como poderemos amar a outro?

Eu tento ser racional, e ao mesmo tempo irracional... Mas a necessidade humana, de correr riscos, errar... Fala mais alto, é. Não somos racionais, nem irracionais por inteiro.

Essa é a guerra da minha vida. Uma guerra de emoção, sentimentos, pensamentos, idéias.

Out of time and there is nowhere to run...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Poeira ao vento..


Tudo que vai, tudo que "pertence", tudo que supostamente somos.. Eu já não compreendo, o que é estar.. O que é confiança a base do seu conceito ?

Porque a partir de agora, toda tentativa será em vão ? Ou você poderia decidir o que você quer.. Eu tinha a convicção, de com isso não precisava me preocupar.. Mas pessoas são só pessoas, como poeira ao vento.. Todas irão te decepcionar em algum momento...

Somos humanos, imperfeitos.. Agimos, erramos. Ás vezes sinto vontade de entender o que se passa, e outras tenho vontade de apenas observar.. Pois não é merecido uma palavra a alguns..
Tentar, é. Quem nunca tentou, nunca correu riscos.. Correr riscos, te constrói. Mas chega um momento, em que estamos fartos deles.. Fartos de sofrer, perder. Dizem que esses fatos, acontecem por conta do destino.. Ai é que está o erro. Destino é mais uma escapatória que fracassados inventaram, para não admitir. Tudo faz parte da vontade de ter, possuir, tentar, viver.. QUERER! Estive acostumada, a parte da minha vida a ouvir.. Que tudo que eu eu planejo, pro meu futuro.. Basta querer, porque o Sol nasce pra todos.

Mas agora, estou realmente farta.. E o que é meu, está por vir.. E quando eu sentir a vontade de possuir o que deixei pra trás, eu tenho a possibilidade de ter de volta. E só queria compreender o que realmente é verdade, e o que é mentira. Já não há diferença.. É ?

Mas tudo tem um início, um meio.. E um fim ? O fim que desconhecemos, não admitimos, ou talvez esteja claro.. É, tudo na vida tem um fim.
A book that ends with no last page..