
Faça o melhor da situação, seja. Renda-se ao que lhe faz bem, viva. Leia, aprenda, busque... Mas nunca se esqueça do que você realmente é. E tenha convicção do sempre será... Pois é preferível, estar perdido, mas saber qual é o destino a se chegar.
Na vida, existem vários caminhos, e não vale a pena classificá-los em correto e incorreto. Já não basta a sociedade, que nos rotula a todo tempo, vivemos com a discriminação, adquirimos mais preconceitos do que conceitos, mais leis... E menos paz!
A cada dia mais, a tecnologia, torna-se uma necessidade coletiva. Nossas crianças fazem piadas da nossa história, e derrubam reis, os valores são ignorados, os princípios forjados. A moralidade é inexistente. Essa é a geração zero.
Ter quinze anos. O que se sabe da vida? Ou pensamos que sabemos tudo da vida... Pois bem, mas na maior parte dos casos, as experiências nessa etapa da vida são as que marcam... Um erro, um acerto, um beijo, um porre, uma noite.
“A primeira vez a gente nunca esquece.” De fato isso é um clichê... Mas é verdadeiro. Temos muitas ideologias em mente; talvez pensemos que é possível viver de “
Sex, drugs and Rock ‘n’ Roll.”; ou que nada é o bastante. E quando perdemos algo ou alguém, trata-se muitas vezes do “fim do mundo”, o Apocalipse.
Nossas causas deixaram de ser justas, são imorais... Nossos objetivos serão alcançados como? Como há 50 anos, enquanto garotos e garotas moviam nações a seu favor, em busca de
liberdade plena? Pois é, não fazemos parte dessa categoria de revolucionários, e vivemos da herança que ela nos deixou. Como diria meu velho professor, um tanto alternativo aos olhos dos demais: “
Os adolescentes de hoje em dia, me perdoem o a liberdade da palavra, são um bando de bundões!”. É eu tenho que concordar. Mas concordar não significa dizer que faço parte disso... Mas é preciso mover-se a cada instante, e sermos a mudança que queremos ver no mundo, começando por si.
A década de 60, por conta de vários acontecimentos; revolução sexual, movimento Hippie, Beat, a chegada do home a Lua, o Rock, o Folk, a inclusão da TV nos lares, enfim tudo isso envolvendo pessoas... Como se fosse uma febre cultural internacional. Havendo divergências é claro, e alguns desses movimentos eram avessos aos padrões fornecidos pela época atual.
“
As pessoas tentam nos colocar pra baixo
Só porque estamos por todos os lados
As coisas que eles fazem parecem terrivelmente frias
Espero morrer antes de ficar velho
(falo da minha geração)”
É morrer antes de envelhecer era um desejo. Ser jovem era ser livre do padrão e de todas as regras. E eles lutaram para que hoje em dia nós, os “
bundões” possam ser diferenciados, entre crianças e adultos. Temos nossa própria categoria, nosso espaço. Ganhamos significado, palavras para nos descrever,
"adolescentes", "teens", que antes dessa revolução, não existiam. E nem ao menos temos respeitos a nossos heróis. E para entendermos a atualidade, devemos entender o que ocorreu ontem.
My generation is zero!