sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Hurt.


E fica escuro, nada alem disso... Já não há como enxergar... Bater na porta do céu? Será mesmo que existe um paraíso? Ou apenas o infinito? Imenso e vasto.

A monotonia está aqui, agora. E a única coisa que espero, é a chuva. Que os pingos me tragam alguma solução, para o que não há em mim.

Eu? É não entenderiam, como é o interno... Dias cinzas são rotineiros, algo absurdo. Pois o que é semelhante, clichê... Não me convida a nada. Minha personalidade é um pouco fora do padrão. Meus medos, e atos não são tão viáveis aos olhos de quem vê, de quem julga por prazer.

Sou a essência do que não compreende, e nem tenta. Somos ensinados a crer que tudo tem hora e lugar para acontecer. Eu prefiro fazer o meu caminho, sem crer que mais a frente terá algum benefício. Podemos nos beneficiar justamente de tudo que nos rege, basta pensar, racionalizar, ver.

Pessoas mudam, promessas são quebradas. Essa é a regra. E a solidão torna-se a força assusta; o que fere. O que nos faz refletir, pensar... Temos tempo para entender o que é a tristeza, como se fosse algo alucinógeno... Sendo assim fragilizados.

Mas a minha vida toda, encontrei minhas maiores forças, na tristeza na solidão. O que fere nos faz crer e entender. Deixam marcas, medos. Mas só assim tu irás ser algo. meu caro.

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