
Tortura proveniente do caos optativo. Não importa se estejam gritando seu nome, o que chamas de integridade vai além da tua vontade? O mundo é mera ilusão enfática, és nada e tudo, és falecimento. Então esta és tu... Se deteriorando diante dos princípios, refém de medos primordiais infames; orgulho e angústia passada – miséria.
Tens convicção de que quando em ti há amor demais, é a maior oportunidade para o ódio? Teus desejos não te dominam, mas a tua certeza de manter o êxito em basicamente tudo, inerente e obsessivo. Então, amor verdadeiro é suicídio, talvez em teus dias pífios que não deixas este entrar por entre teu miocárdio fruto de uma geleira nórdica, no ápice do inverno.
Apegue-se a alma de um anjo morto... Talvez ele te salve do teu próprio ego de ser. Enquanto estás acima de ti mesma, o mundo está por cair de um penhasco, o mundo que está destinado a não ter volta. És nada além de um fim sem início. O mal acabado de palavras que escravizastes para teu uso errante e racional. Palavras que não possuem mais o mel do primeiro amor, mas a amargura de deixar a vida de lado antes do tempo.
Olha para fora, vejas então as árvores de plástico que compõem o enxergar de uma vida. Tua alma não se alegrará, não importa se passe mil anos; a distimia é a mesma. Mas agora há uma grandiosa diferença: nem o medo consegues expressar. Medo eterno de perder a sensibilidade de teus sentimentos próprios, como se quisesses atingir uma alma perfeita... Livre de toda a agonia que um ser que sente ao tocar a vida. O fato é de não teres sido o suficiente para salvar almas perdidas... Sem a doçura em teus atos e palavras. Não se deixe cair como uma estrela morta.
Chega a hora que se perde o controle de toda a ideia de perfeição... Pois as verdades de alguém refletem como o passado no presente. Não sou mais nada do que era ontem. A mudança correu e oxidou a tua mente atormentada... Verdadeira perfeição possui meia imperfeição, seja e deixe ser.







