Eu via os copos e os vultos malditos, eu sentia o calor
insano, Eu só queria estar, acabar com a dor de existir e negar meus infernos.
Eu queria a distopia de mim, acabar com meu terno poder de queimar e abater meu
martírio. A reação instantânea da leveza do meu ser, que se suja e se purifica
nas palavras agressivas e dolorosas do meu sim e do meu não, nunca talvez.
Mergulhar nas minhas águas de fraquezas enérgicas e de dor pulsante que se
esvai com poesia e mundo. Mundano amor.
E que encham meu copo, minha taça, minha vida, minha loucura
mergulhada na insanidade vil.