sexta-feira, 30 de abril de 2010

One!


Não vou dizer que amei muito cedo, o amor vem como algo desenfreado, inexato, indefinido. Mas nunca tive uma convicção do que era realmente amar, antes dele... Aí então reprimi alguns sentimentos, era tão difícil demonstrar... Nunca cantei canções de amor, por ele não existir.

Mas apesar de tudo, talvez eu tenha aprendido; perdoei erros imperdoáveis, relevei o irrelevante... Simplesmente por amar demais. Tudo me fez sentir a vida, a realidade, minha eterna humanidade. Precisava de um pouco de sofrimento, um pouco de ar, adicionando o medo de perder... Eu me senti completamente viva. Espinhos perfuravam minha pele, mas ao mesmo tempo conseguia chegar ao ápice, ás nuvens... Junto a Lua, fugindo do que era monótono.

Sabe, quando você olha para trás e não se arrepende de nada que foi feito? Pois bem, eu me sinto assim... Mas queria ter arriscado mais, pois nada tinha a perder, apenas o tempo incontrolável e curto... Já não me importo em sofrer, já não me importo com o que irão pensar... Minha convicção é livre e muito maior do que qualquer outro medo. E meu sacrifício algum dia terá recompensa.

Há muito tempo eu ouvi uma frase, que permanecerá até o fim: “A magia do primeiro amor é ignorar que ele vai ter fim.” É eu concordo... Mas e quando esse amor ultrapassa toda a linha de tempo, dura de verdade... Como podemos chamá-lo? Talvez em alguma tarde, eu realmente reconheça o amor da minha vida. Não vivi tempo suficiente e minha maturidade não me permite ser tão inconseqüente... Minha mente faz meu mistério, e o me coração já é um enigma. E a única coisa que permanece é o sentir, amor e falta.

Eu falo tanto do que eu sinto, mas por um instante... O que você sente? O que é o amor para ti? A idéia e a razão inata estão de acordo com a essência de cada um. Ninguém tem sentimentos iguais para ser mais exata. Mas em algum lugar da sua alma existe um vácuo... Um lugar que um dia um certou alguém ocupou... Posso dizer assim?

É... Olhando pelo lado irracional da coisa, nada é exato. Não posso ter essa certeza, é algo tão relativo... E eu não quero pedir demais, pois meu tempo terminou no momento que disse adeus. E me dói dizer tudo isso.

Antes de você nada nunca valeu o riso... Mas eu morreria por você e pra que tudo voltasse a funcionar que a distancia se extinguisse... E que eu pudesse dizer “amor” mais uma vez...

Não se esqueça você é minha única exceção. O único também.

One love, One Life.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

I'd wanna hear you say...


É noite de outono, existem algumas nuvens encobrindo a Lua, mas ainda posso vê-la. O vento está agradável... Perfeito para mim exceto por uma coisa: eu sinto sua falta!

Eu andei pensando, existe um motivo para tudo isso... Talvez isso seja um teste, não sei. Mas enquanto ainda era tempo eu não sabia qual era o meu limite, e nem a minha condição... E agora amor, está tão longe... E tão difícil de superar essa dor, e tudo que eu queria era estar do teu lado; poder te apoiar, te seguir, ou pelo menos sentir teu cheiro. Mas está distante, e eu morro a cada ultimo suspiro.

Será que eu sou tão tola assim? Será que você ainda se lembra de mim, amor? Eu não sei... Talvez seja pedir muito e eu tenho medo da resposta... Mas o verão passou a fazer parte não só da minha história, mas de mim, de todo o meu ser. Eu jamais vou esquecer-me de tudo que aprendi contigo, e nem do quanto errei no medo de dizer “eu te amo”. E agora sinto vontade de gritar aos quatro cantos do mundo... Será que você ainda pode me ouvir?

Parece que a eternidade esteve entre nós, mas eu a trocaria por mais um momento ao teu lado. E decidi não esconder mais, eu sinto e ponto não há mais medo. E quando você está comigo, a liberdade e a paz tomam conta de mim... E dizer-te tudo isso toma meu fôlego, e me traz lágrimas. Mas eu não vou desistir do que eu acredito.

Eu falei com os anjos, e segurei na mão do demônio... Passei por muito para desistir como um perdedor... Eu ainda tenho forças e muita vontade.

O vento sopra meus cabelos, na mesma velocidade em que a luz da Lua reflete em meus olhos e na mesma intensidade que uma lágrima de saudade brota em meus olhos. Estou cansada de estar aqui.

I'd live for your smile, and die for your kiss.

I remember you.

Rebelde. Sem causa?


Vou lhe contar as maravilhas do meu mundo; aqui há dor, mas também sorrisos, ruínas e forças, medos e paixões, verdades e mentiras, tentativas, fracassos, erros exatos, acertos. A ordem ás vezes está de trás pra frente e poucas são as vezes que sentido contém. Também há guerra, mas sem ela seria impossível existir paz.

O que mais me instiga é que essa é a humanidade de um humano que sente, que busca sentir... Que busca estar. Sou imperfeita como você, mas carrego comigo a idéia de que jamais alcançarei a perfeição. Pois algo só é perfeito quando precisamos tirar, e não colocar mais...

Nesse mundo há fome, promiscuidade, e esquecimento de todos os nossos valores; os nossos sentimentos.

É preferível ser tachado de alienado ou antiquado, mas manter nossos valores, nossas éticas e enfim gritar, pois há direito. O padrão e definitivo não é algo para ser exaltado... E o que me resta? Sou apenas mais uma voz, mais uma mente, mais um coração e então começo por mim... A autonomia, a aversão e a sede por justiça e liberdade.

Olhe só a “perfeição” que nos rege; hipocrisia, fomes, epidemias, medos, solidão, maldade, absurdos, inveja, violência, medos... Vamos celebrar?

Mas há uma chance para a humanidade voltar a tona? Ou é estupidez minha? Então minha esperança dispersa, minha geração é zero e vive em meio a perfeição. Desejo sentir o amor novamente, a liberdade, sentir medo, dor e agonia... Já que agora é tudo indiferente e individual, estupidez.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Always somewhere...


Mundo monótono, pessoas monótonas. Não há nada de interessante aqui, apenas rotina e cada lutando por “sobrevivência” ou pode-se se dizer que é apenas para se enquadrar a tudo, e não ao que lhes convém.

Tentar lutar? Tanto faz, foi tudo esquecido, limitado e não é justo tratar um coração assim, por mais insensato que seja. O que está acontecendo de fato? Alguém se esqueceu da humanidade? Quero de volta as virtudes, as atitudes, os erros, da vida, da liberdade. E é assim que iremos caminhar, daqui para pior. Tão perto da queda com o precipício na minha frente, não me apoio mais em nada... Quanto mais conhecemos de humanidade mais desumanos nos tornamos.

Mas será que você poderia me segurar, por mais um instante? Afastar todos os meus medos? Se a realidade não fosse tão incoerente, une e depois separa... Irracional demais para ser racional, mas me responda apenas mais uma única pergunta... Nossa racionalidade não é inata? E por que nos deparamos com sentimentos irracionais? Sou um paradoxo de emoções, mas a verdade é que nada sei... Apenas sinto, amor e dor. Eu ainda estou aqui, amor... Mesmo querendo estar aí.

Miss you where I've been...

sábado, 24 de abril de 2010

I'll Be There For You.


“Eu estarei lá por você
Estas cinco palavras que eu juro para você
Quando você respira, eu quero ser o ar para você
Eu estarei lá por você
Eu viveria e morreria por você
Roubaria o sol do céu para você
Palavras não podem dizer o que um amor pode fazer
Eu estarei lá por você...”


É, mais um dia se passa… E eu sinto tua falta… I'll be there for you… These five words I swear to you.

Não exista...


Por que as pessoas não se aceitam? Parei pra pensar: a minha vida... É algo tão meu. E por mais que não seja perfeita... A única coisa que permanecerá, é a minha história... Então, por que complicar com meros detalhes? Tais como: aparência, moda, ou até mesmo com o que as pessoas pensam?

Por que se embriagar de tecnologia, se há uma infinidade de vida dentro de nós mesmo... Basta procurar com vontade e sinceridade.

Aprenda que obsessões não nos trazem amor, apenas mais medo... Insanidade. Aprenda também que o que é verdadeiro permanece em qualquer circunstância...

A ideia inata de sermos seres racionais... Faz sentido, mas em alguns momentos e necessário deixar a razão de lado, e levar mais simplesmente... A vida é muito, para ser tão pouco...

E então, como tens vivido ultimamente? Não exista, viva.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Am I really real?


Hoje eu acordei diferente... Querendo resolver meus amores inconseqüentes. Agora estou aqui, e vejo tudo que já fiz, tentei não fraquejar... Ser forte até o fim, sem dizer uma só palavra, mas existem limites que nos testam. Liberdade, vida plena encontrei. Tive muito sem lutar, precisava amadurecer. E você não está mais aqui, já nem se importa tanto. Nossas direções são opostas, você tem a sua vida... E eu deveria ter a minha, viver sem te tocar.

A cada dia que passa, tenho vontade de dizer: Todos os dias eu vivo por ti, e então o que devo fazer? Viver uma “farsa real”? Ou um sonho “irreal”? Encaro vários personagens, pois a vida... É uma peça teatral, uma tragédia, uma comédia... Mas o fato é: não contracenamos lado a lado. Será o fim?

Uma história, um amor épico.

Eu te amo, eu te amei o tempo todo...

Come and wipe all my tears...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Um amante tem fé?


E se eu acordar amanhã...
E tudo estiver diferente?
Irreal e inconseqüente?
Minha realidade me destrói.
Sem ti não há herói.

Meu amor, você acredita...
Que ainda sinto dor?
Olhe-me agora, sou o restante
Será que já boa o bastante?

E então,
Onde está teu chão?
Minha realidade se cansa de esconder,
A verdade...
Você a ouviu será que sentiu?
Ou apenas se feriu?

Já não há quem errou
Meu tempo já passou.
Tanta ilusão, confusão e proibição
Não é mais paixão,
Um amor sem condição.

Ultrapassou o entendimento
Sou teu rendimento
Preferido entretenimento.
Entre mil verdades
Estou sentindo saudades.

sábado, 17 de abril de 2010

Sinceramente...


Já que gosto tanto das palavras... Por meio de todas as minhas resenhas eu tento dizer o que sinto por não saber nem ao menos falar. É a minha mente me “impede”, não sei ao certo o que acontece, mas quando chega a hora as palavras perdem todo o sentido de saírem de dentro de mim. Ecoam de uma forma irrelevante aos meus ouvidos.

Pois então, é incondicional... Ultrapassou toda a razão, o meu entendimento, as minhas barreiras. Como se dessa vez eu me permitisse a sonhar pelo menos por algum momento, e então desse uma oportunidade de respirar, abandonar meus medos, e descobrir a infinidade do que há em mim.

Talvez eu tenha tido tudo que sempre quis na vida... E não esperava ter que lutar tanto por alguém, lutar contra a minha realidade, o meu sacrifício, e até mesmo com todo meu orgulho algo que sempre foi tão forte. E então perdoar passou a ser virtude, e uma prova de que eu era capaz... Existia algo maior, era amor.

Você é meu sonho não correspondido... Um livro sem a última página... Você é meu inicio... O ápice da minha felicidade, e será assim por toda a eternidade.

Honestamente, eu só quero te dizer, que eu acertei o pulo quando te encontrei.”

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Verdade, maturidade.


Quando me vi
Tendo de viver
Comigo apenas
E com o mundo
Você me veio
Como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito...


É do inicio que não foi valorizado por ambas as partes que mais sinto falta. Uma noite é capaz de mudar completamente alguém, por que hein? Algo inesperado e capaz de transformar-nos... Eu já não sei como dizer, e meu verdadeiro eu só despertou quando você chegou. Tudo bem, eu comecei a gostar de ti, e a querer descobrir mais... Não poderia lutar contra tudo que desejava.


E agora? Nada mais importa, porque estou farta de mentir para mim mesma sobre tudo que sinto... “Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira.” Quero meu sorriso de volta, sorrir enquanto penso em ti. E quando falar de amor, da saudade, e da eternidade... É de ti que vou lembrar. Já disse isso milhares de vezes, mas nesta fase quero organizar meus sentimentos e idéias.

Tudo bem!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Razão inata.


A liberdade plena talvez, não seja o todo necessário... E as virtudes compõem tudo que necessito para ter uma alma integra... E impedir que minhas inseguranças tomem conta da minha razão inata, e que também não corrompam minha mente hermética.

A morada da juventude é gritante, pode até ser irrelevante... Mas quanto a minha maturidade, enxergar todos os teus limites... Ser forte, muitas vezes não é uma opção, é algo certeiro e real. Por muitas vezes faço tragédias de meus problemas efêmeros e em um piscar de olhos, perdi parte de minha vida e o motivo de toda minha felicidade e este será o golpe certeiro, quando enxergamos o que de fato é árduo, e todos os nossos limites reais.

Na maioria das vezes busco verdades para minhas duvidas gritantes, é algo fugaz... Será isto passageiro? Minha substância é única, mas as resposta ainda não me levaram a lugar algum, pois ainda estou aqui!

Há uma causa, como um efeito... Então há a finalidade... Mas dentre tudo, estou certa que não sei nada! Pois percebo e sinto, mas também sou humana e estou destinada há pelo menos por um instante usufruir da minha razão.

Sou o logos, o caos... Uma incógnita.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Uma carta para um "estranho".


Olá estranho, é você outra vez? Ainda está aí? Pode me ouvir? Será pedir muito, que me entenda?

Depois de tanto... Mas dentre todas as coisas eu tenho toda a certeza do mundo de que fiz o que é certo para mim, o que sinto... E deixei a razão apenas por você. Não sei o que você irá dizer diante de todas as minhas palavras, de todas as minhas atitudes, fraquezas e medos... Mas o simples fato de gritar tão alto o quanto eu te amo, me faz infinitamente bem. Não há nada maior que isso, fico completa então, mas ao mesmo tempo vazia por sentir a tua falta de uma forma complexa, isso corrói todo meu ser.

Não temo a mais nada, desde que você saiba estranho... Eu sempre amei você!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Reflete...


É o caos que me trata assim, são tantos contratempos e humanidade de menos. Todos têm focos, sonhos, desejos... E há tanto sob minha vista, que me pergunto: o que ainda faço aqui?

Há cobrança de todos os lados, e inseguranças também... Mas o que te faz forte? Por tantas razões que você está sentindo dor, e sempre foi por medo de sofrer, que sofres tanto assim minha cara. Esqueça tuas imperfeições, virando a esquina há uma saída... Mais a frente verá todos os teus erros, e todos os teus acertos...

Já não sei o que pensar, mas isso vai passar. E tudo que mais amo permanecerá, de alguma forma, eternamente.

sábado, 10 de abril de 2010

A Cruz e a Espada.



Havia um tempo em que eu vivia
Um sentimento quase infantil
Havia o medo e a timidez
Todo um lado que você nunca viu

E agora eu vejo aquele beijo
Era mesmo o fim
Era o começo e o meu desejo
Se perdeu de mim

E agora eu ando correndo tanto
Procurando aquele novo lugar
Aquela festa
O que me resta
Encontrar alguém legal pra ficar

(...)

E agora é tarde
Acordo tarde
Do meu lado alguém
Que eu nem conhecia

Outra criança adulterada
Pelos anos que a pintura escondia.


Então aqui estou longe de tudo que me fazia bem... Remoendo a todo instante, memórias que não voltam mais, essa é a realidade... E fica tarde para ressaltar, para dizer... Já nem sei mais o que fazer.

Saídas eu procurei, até então eram viáveis para tudo que estava ali. Mas e o sentimento? A razão faz parte, mesmo assim rejeita o verbo amar. Não havia amor, não há esquecimento de um passado, de algo que realmente me fez feliz, a minha culminância humana! Mas é o que me resta, atração... Sem amor, apenas por experimentar.

Eu corro, a dor está aqui e faz parte de mim... Não há novos lugares, para mim tudo é o mesmo de sempre... Eu só queria você, e, por favor, não se perca de mim...

Eis a minha vida, sempre estive entre a cruz e a espada. A realidade e a vontade.

Eu grito meu silêncio tão alto, será que você o ouve?

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Good enough.


Será que algum dia eu serei boa o suficiente para você?

Talvez eu tente, e seja persistente demais em uma coisa que apenas eu acredito que um dia possa dar certo... Quando você deseja meu coração, ele sangra por entre seus dedos, e então você consegue o que queria... Mas isso vai além de todo meu ser, da minha razão. É totalmente incontrolável, além da minha humanidade sensata, é a insanidade.

Você bebe de toda a minha decadência e sente-se completo diante de todo meu declínio, tudo que está aqui... Apenas por possessão, eu sou teu luxo, o que mais te diverte, não é o suficiente?

E vou lhe contar, em toda minha mente... Esse amor poderia ser épico, mas será você o herói? Será eu a vítima? Ou então somos os violões de nós mesmos... Por mais que nos machuquemos, algum dia existiu amor de verdade? Escuto meus gritos... Porque amor, ainda dói em mim... Tudo que você faz. E dói em você todos os meus erros? És humano, deve doer.

E eu ainda estou esperando a chuva cair
Derramar a vida real sobre mim
Porque não consigo me apegar a algo tão bom assim
Eu sou boa o bastante para você me amar também?


Isso faz você ser a mentira, e eu sou a única que acredito... Dentre todas as verdades, eu ressalto o fato de estar cega... E consciente do que digo, por não haver escapatória.

Não sou teu êxtase, eu não sei o que eu significo pra você... O que te faz querer que te ame cada vez mais, é possessão que te conduz.

Então vou continuar caindo... Eu não sei dizer não á você, logo mais tudo estará quebrado. Mas eu não canso de dizer, que morreria por você.

Enigma.



Já que o Sol se foi para mim, passei a admirar a Lua. E é a tua luz que renasce entre as minhas palavras.

Nada mais importa.


Se todas as coisas que são de fato reais têm fim... O que permanecerá então? Vai-se a tua base, tens que um dia se desligar de teus pais, crescer e ter a tua própria convicção, caminhar sozinho. Então tu irá se agarrar naquilo que acredita, irá escolher por si e se fracassar, tu pagarás as conseqüências...

Paixão não é eterna. Mas e amor? Dentre tudo que sentimos o que nos faz sentir dor, medo e também o ápice de tudo que nos faz bem. É complexo, apenas quem sente supostamente sabe, mas não há maneira de explicar... Não cabe em palavras.

E a tua irmandade, será eterna? O verdadeiro aceita todos os teus defeitos, releva maior parte de teus erros e te ama da forma tortuosa que és... Por mais que fatos separem, elementos inevitáveis haverá sempre memórias...

Elementos vitais para um ser humano adquirir valores, são de certa forma algo que me instiga, por mais que tentemos alcançar a liberdade plena... Não seremos nunca 100% outsiders – mas não deveremos ser nos igualar, ao grupo que se diz ser diferente -, não há como viver sem contato, sem afeto. É necessário em algum momento da vida se apaixonar, ou então jogar tudo pro alto... Arriscar e também perder, pois é assim que se aprende. E nada é em vão.

Mas quer saber o que realmente permanece? A tua história será eterna, e tuas atitudes mostrarão quem tu és, mas isso não te impede de errar nunca te esqueças disso.

Conhece a ti mesmo.”

terça-feira, 6 de abril de 2010

Enough.


Está frio... Na realidade eu estou gostando, é o clima perfeito para então colocar minha mente em ordem, ou talvez perfeito para exaltar o meu caos.

Olhei para trás, e estou em constante mudança e perdendo cada vez mais o medo... Já me sacrifiquei por tanto, e parece que foi por nada... Talvez não haja amor de verdade, ou apenas eu acredite no que me enfraquece e me fortalece ao mesmo tempo... Já não sei de onde tirei tanto para não fraquejar, não me entregar inteiramente ao medo que sinto... É uma luta árdua e á todo tempo em que respiro...

Mas nem toda a minha dor gira em torno do meu sacrifício, da minha perda... Há tanto para se dizer, quando na verdade eu não preciso dizer nada... Porque não haverá mudança, minha cura vai além de tudo que me rege... Vai além de tudo que juro persistir, de tudo em que juro precisar.

Nada me faz suficiente, nem mesmo a dor leva o vazio para longe... Como se já fosse parte de mim, e se acomodasse no lugar de todos os meus outros sentimentos, de todos os meus problemas a mais. E dentre tudo, não consigo me livrar do carma... Já nem sei como chamar.

Não posso fazer isso ir embora, talvez seja tarde ou não sou boa o suficiente para ter o que eu tenho... Talvez eu seja pequena demais para a grandiosidade divina, a grandiosidade na qual sou privilegiada...

Minha doce decadência, o veneno que bebo por vontade própria... Os grilhões da minha liberdade, a minha prisão necessária. A poeira que leva toda minha sanidade. A minha arte de viver. A minha verdade.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ser, entender...


Sou definitivamente contra o definido, pois o definido é o bastante e o bastante não me basta.” É complexo resumir uma personalidade tão proxila... Algo que nunca é livre, por ser limitado pelo mesmo que deseja liberdade... Não há culpados, há apenas existência...

Uma consciência cheia do que ninguém nunca quis perdoar, ou se quer ouvir o motivo... Talvez sejam realmente difíceis, alguns erros nos acarretam pelo resto da vida – não há escapatória, ou justificativa – é, faz parte da vida...

Já não há tanta coerência para toda essa tristeza em teus olhos, onde tudo nunca será o bastante... Talvez você deva se contentar com a tua realidade, seja ela qual for, é apenas teu “merecimento”.

Mas nada te liberta nada te faz sentir vivo novamente... Há maldade, há destruição, tudo que te assola... Uma sociedade doentia, estupidez por todo lado. Incompreensão. A tua falta de opção. O resto é imperfeição...

domingo, 4 de abril de 2010

You and Me.


É mais um dia cinza... A única coisa que me sobra em dias como esses é a nostalgia, as minhas memórias... O meu preto e branco, e a insana idéia de “aceitar” que você já não está mais aqui, algo que eu ainda não consegui...

Lembra daquelas tardes de dias quentes que nós costumávamos a passar juntos? De todas as vezes que eu te reprimia com o olhar por te amar demais, e eu nem sequer sabia disso... De todos os meus medos, compartilhados apenas contigo... De quando tu deitava no meu colo, de quando eu sentava no teu colo e sentia toda a segurança do mundo. Da tua voz, do teu sotaque que me irritava. Das tuas idéias insanas pra época, mas que com o tempo eu passei a entender. Das nossas brigas, e quando tudo se acertava, eu me encontrava no ápice da minha felicidade. Das paranóias que sempre nos faziam rir depois que passava. Dos teus apelidos, dos teus beijos, do te cheiro... Enfim, de tudo.

Mas tudo tem intuito de não durar, na minha vida é assim... Então vem a despedida. Todas as palavras que eu não gostaria de ouvir, nem dizer... Dentre todas as coisas, tu era o que eu mais queria e precisava... E tu se lembra, do último primeiro beijo?

Todas as coisas que quero dizer
Não estão saindo direito
Eu estou tropeçando nas palavras,
Você deixou minha mente girando
Eu não sei pra onde ir daqui.


E agora? Tudo que me restou foram às memórias, a nostalgia como havia dito. Dentre tudo que me machuca – dizer adeus – o meu sacrifício... E a dor maior, de nada poder fazer quanto a isso... De não se dar ao luxo de voltar atrás, de cometer novos erros, mas acertar também, ao menos tentar... Pois eu poderia terminar a minha vida com um momento eterno de nós dois.

É, eu não entendo como um sentimento tão grande brotou em mim... Sem ao menos acreditar em sua grandeza, é incondicional e inexplicável... Maior de todos os meus desejos, maior de todos os meus anseios, maior verdade existente dentro e fora de mim... E agora é tarde pra sentir? Pra tentar dizer?

“It's you and me and all of the people and… I don't why I can't keep my eyes off of you.

You and Me - Lifehouse ♪

sábado, 3 de abril de 2010

Insanidade.


Escuridão... O silêncio grita todas as minhas verdades, que nunca quis ouvir. A chuva cai, como um paradoxo de dúvidas, trazendo todas as minhas contradições à tona. A canção exalta minha sanidade... Isso tudo me fascina.

Ver o que realmente sou ao relento, a dor que toma conta da minha razão, sentir que meu sangue é algo vital, respirar - o meu fardo-. Posso escrever canções doces, resenhas que te tocam ou então, posso levar-te ao ápice tua insanidade por apenas não compreender toda minha mente, o reflexo que são as minhas atitudes...

Não há significado, eu não quero mais explicar, porque de fato você também não quer compreender então...

Limites. Não há nada que me torture mais, nada que me tire de mim... Nem tudo me convém, posso descobrir isso sozinha, não aprende quem não toca, quem nunca se queima... Quero uma humanidade concreta, eu quis o perigo por haver dor, e ser apenas minha.

Colapso, minha vida resultante... Já não há saída dentre todo este problema que se tornou a mesma... Após todo este turbilhão de dúvidas terei respostas?

Acorde-me quando tudo terminar, quando houver uma solução para todo meu caos, quando meu declínio cair por terra. Quando eu voltar...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

"Eu só queria entender."


Olho pra trás, para a estrada chamada vida... Minha juventude ainda está, exalto e proclamo aos poucos minha liberdade, meu maior desejo... Todos os obstáculos que “ultrapassei” – alguns da forma mais justa e outros nem tanto assim, por ser humano – ás vezes eu desejo que alguém me encontre, e possa me levar para outra direção, onde tudo dure.

Leia entre as entrelinhas, eu sou todo o caos estampado, a luz que meus olhos lançam... Tantas resenhas, sobretudo o que mais desejo dizer, que está subentendido... Perdi verdades, perdi sentimentos, perdi razões... Pela minha insanidade de acreditar...

Mas após uma noite de tempestade vem o Sol, para clarear mentes doentes como a minha. Será mesmo, que você seja tudo que eu imagino e acredito? Será que você sente o que jura sentir? Será que você realmente sente falta de tudo aquilo que afirma?

Talvez esse seja o momento certo de entender; posso ser apenas sua dália banhada em possessão e nada mais... A dúvida está passando por mim, por já não compreender todo teu desejo... Que assola minha noite, como um açoite da falta que você faz.

Algo nunca imaginado para ser sentido, para quem sempre evitou o amor... Agora, está em ruínas por amar demais... E nem conseguir calcular o quanto... E faria tudo pra que um dia sentisse o mesmo... É, eu morreria por você.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

One Last Breath...


Olhos tristes me seguem
Mas eu ainda acredito que tenha restado algo para mim
Então, por favor, venha ficar comigo
Porque eu ainda acredito que tenha restado algo para mim e para você
Para mim e para você.


Olá estranho. Faz tanto tempo não é mesmo? Tanto tempo em que não somos nós mesmos um com o outro. Tanto tempo em que não dizemos a verdade. Tanto tempo que escondemos sentimentos grandiosos demais para isso...

Eu queria estar do teu lado, ver a chuva passar... Segurar você, sentir o teu cheiro. E poder dizer que tudo isso vai passar, que no final haveria liberdade e felicidade plena. Um momento pra sempre de nós dois... Não posso me dar a esse luxo, mesmo amando-te mais do que qualquer coisa na minha vida.

De alguma forma eu ainda acredito... Em algo que eu não sei o que é de fato, algo que me segura... Uma pretensão, por haver amor demais...

As trevas lêem meu nome, sempre fui miserável por no amor nunca acreditar... Mas estranho, olhe para mim agora... Estou reprimida por tudo que sinto por esse sentimento me completar e ao mesmo tempo não ser o suficiente... Por você não estar aqui.

Segure-me, não me deixe fraquejar. Nem me atirar no precipício de ilusões, por dor não sentir mais... Ela se tornou inevitável, humana. Ainda existe esperança dentre tudo que está dentro de mim... A minha liberdade, a minha vontade, o meu orgulho, o meu amor...

O destino final de todos os seres humanos será a morte... Mas e em vida? Para onde devo seguir? Para o precipício? Para o medo? Paras trevas? Para escuridão?

Meus anjos até já se esqueceram meu nome, tamanhos erros foram os meus... E se fraquejar agora o Paraíso irá riscá-lo. E então, o que me tornei?

Meu refúgio é acreditar, em mim e em você. Nem a possibilidade do precipício ser a saída, pois há amor e nem tudo está perdido.

É estranho, ainda há tempo?

I still believe there's something left for you and me.