quinta-feira, 15 de abril de 2010

Razão inata.


A liberdade plena talvez, não seja o todo necessário... E as virtudes compõem tudo que necessito para ter uma alma integra... E impedir que minhas inseguranças tomem conta da minha razão inata, e que também não corrompam minha mente hermética.

A morada da juventude é gritante, pode até ser irrelevante... Mas quanto a minha maturidade, enxergar todos os teus limites... Ser forte, muitas vezes não é uma opção, é algo certeiro e real. Por muitas vezes faço tragédias de meus problemas efêmeros e em um piscar de olhos, perdi parte de minha vida e o motivo de toda minha felicidade e este será o golpe certeiro, quando enxergamos o que de fato é árduo, e todos os nossos limites reais.

Na maioria das vezes busco verdades para minhas duvidas gritantes, é algo fugaz... Será isto passageiro? Minha substância é única, mas as resposta ainda não me levaram a lugar algum, pois ainda estou aqui!

Há uma causa, como um efeito... Então há a finalidade... Mas dentre tudo, estou certa que não sei nada! Pois percebo e sinto, mas também sou humana e estou destinada há pelo menos por um instante usufruir da minha razão.

Sou o logos, o caos... Uma incógnita.

Nenhum comentário:

Postar um comentário