sábado, 17 de abril de 2010

Sinceramente...


Já que gosto tanto das palavras... Por meio de todas as minhas resenhas eu tento dizer o que sinto por não saber nem ao menos falar. É a minha mente me “impede”, não sei ao certo o que acontece, mas quando chega a hora as palavras perdem todo o sentido de saírem de dentro de mim. Ecoam de uma forma irrelevante aos meus ouvidos.

Pois então, é incondicional... Ultrapassou toda a razão, o meu entendimento, as minhas barreiras. Como se dessa vez eu me permitisse a sonhar pelo menos por algum momento, e então desse uma oportunidade de respirar, abandonar meus medos, e descobrir a infinidade do que há em mim.

Talvez eu tenha tido tudo que sempre quis na vida... E não esperava ter que lutar tanto por alguém, lutar contra a minha realidade, o meu sacrifício, e até mesmo com todo meu orgulho algo que sempre foi tão forte. E então perdoar passou a ser virtude, e uma prova de que eu era capaz... Existia algo maior, era amor.

Você é meu sonho não correspondido... Um livro sem a última página... Você é meu inicio... O ápice da minha felicidade, e será assim por toda a eternidade.

Honestamente, eu só quero te dizer, que eu acertei o pulo quando te encontrei.”

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