Ele toma seu café pra fumar. Observa os carros e o movimento inerte dos homens canônicos e o céu, o breu de um dia ensolarado.
O amor é louco e a angústia incessante.
Ele acende o cigarro.
Sinto meu corpo e este faz alusão ao toco manuseado, saboreado, aceso, envolto por entre seus dedos.
As minúcias do que é desejar. A mente torna-se plástica, maleável e volúvel; a anuência sendo negada.