
É, eu construi uma armadura para me defender da guerra que iniciei há um tempo atrás. Mas um mero detalhe me fez cair em erro: carreguei minha fraqueza armadura a dentro. E esta fraqueza desatina, me assombrando com o que passou, e permanece dentro de mim, perdendo meu animus... Que se evapora pela a nostalgia maléfica dos anos vazios e passados.
Acabei-me rendendo por meu próprio ser, a aflição de querer escapar de todo aquele caos alternativo. E a certeza permanece, pois sei que há cada dia que se passar... Estarei mais distante da resposta para minha pergunta de uma vida toda... Gravando todos os meus segredos em minha pele. Lutando contra princípios da minha própria alma, tendo medo de perder a essência... Lutando com o meu melhor amigo.
As poucas lágrimas que ainda restam... São as de fúria, do que você se sente satisfeito em mostrar, o que nunca foste em meu tempo. Não me amas o suficiente para me odiar, mas se amas... Me deixe ir, mesmo que o mundo seja um lugar diabólico, de ti... Bom, só desejo libertar-me de meus grilhões... Dos grilhões que me prendi a ti, por dúvida.
"Então se você me ama, deixe-me ir. E corra para longe antes que eu saiba. Meu coração está escuro demais para se importar. Não posso destruir o que não está lá. Entregue-me para meu destino, se estou só, não posso odiar eu não mereço ter você... Meu sorriso foi tomado há muito tempo atrás. Se eu posso mudar, espero nunca saber." (Snuff-Slipknot)
Dezesseis outonos desde que a pergunta surgiu aqui... Em mim.



