sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Caos.


O caos externo era a paz de sua mente perturbada, tudo que se movia em direções opostas causando o sons de seu desejo perverso, o que pessoas tolas faziam apenas por vontades insanas de sentir o que é ser humano: dor!

Seu amante: a desordem. Seu martírio: não saber quem era. Era lunática ao ponto de não ter medo de grandes ventanias e tempetades, a perversidade em possuir o que desejava momentâneamente. Todo aquele ceticismo perante a absoluta verdade para o sistema conservador. Suas virtudes... Princípios singulares que raramente se eram infringidos. Tinha o total poder de deixar marcas no que realmente lhe pertencia, mas que não havia possuido em essência, alternativas...

Constantemente seu comichão de ideias a fazia querer fugir da dúvida de quem realmente era, na brigada da angústia que a juventude carrega no nome... Jamais se apaixonou, por simples dúvida de não saber o que sempre quisera encontrar em alguém.

Ontem e hoje... Seus surtos de liberdade lhe deram páginas de uma vida plena, bela e um tanto trágico, mas também épica e lírica, no sentido de tuas palavras já escritas... Silêncio ganhara após descobrir o papel, e o poder que as palavras possuem... O medo se evapora a cada linha escrita, a coragem brota a partir do grito de opinião e verdade: liberdade de ser e estar ali por motivos seus.

Mas as duas gigantescas palavras do mundo não faziam parte de seu vocabulário: “Sinto muito!”. Era narcisa, mas não ligava-se á tons superficiais que via por entre os cantos da sociedade.

E é, não é possível negar... Ela é feita de palavras e movida por ideias, a constante de seus sentimentos!

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