quinta-feira, 29 de abril de 2010

Rebelde. Sem causa?


Vou lhe contar as maravilhas do meu mundo; aqui há dor, mas também sorrisos, ruínas e forças, medos e paixões, verdades e mentiras, tentativas, fracassos, erros exatos, acertos. A ordem ás vezes está de trás pra frente e poucas são as vezes que sentido contém. Também há guerra, mas sem ela seria impossível existir paz.

O que mais me instiga é que essa é a humanidade de um humano que sente, que busca sentir... Que busca estar. Sou imperfeita como você, mas carrego comigo a idéia de que jamais alcançarei a perfeição. Pois algo só é perfeito quando precisamos tirar, e não colocar mais...

Nesse mundo há fome, promiscuidade, e esquecimento de todos os nossos valores; os nossos sentimentos.

É preferível ser tachado de alienado ou antiquado, mas manter nossos valores, nossas éticas e enfim gritar, pois há direito. O padrão e definitivo não é algo para ser exaltado... E o que me resta? Sou apenas mais uma voz, mais uma mente, mais um coração e então começo por mim... A autonomia, a aversão e a sede por justiça e liberdade.

Olhe só a “perfeição” que nos rege; hipocrisia, fomes, epidemias, medos, solidão, maldade, absurdos, inveja, violência, medos... Vamos celebrar?

Mas há uma chance para a humanidade voltar a tona? Ou é estupidez minha? Então minha esperança dispersa, minha geração é zero e vive em meio a perfeição. Desejo sentir o amor novamente, a liberdade, sentir medo, dor e agonia... Já que agora é tudo indiferente e individual, estupidez.

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