sábado, 3 de abril de 2010

Insanidade.


Escuridão... O silêncio grita todas as minhas verdades, que nunca quis ouvir. A chuva cai, como um paradoxo de dúvidas, trazendo todas as minhas contradições à tona. A canção exalta minha sanidade... Isso tudo me fascina.

Ver o que realmente sou ao relento, a dor que toma conta da minha razão, sentir que meu sangue é algo vital, respirar - o meu fardo-. Posso escrever canções doces, resenhas que te tocam ou então, posso levar-te ao ápice tua insanidade por apenas não compreender toda minha mente, o reflexo que são as minhas atitudes...

Não há significado, eu não quero mais explicar, porque de fato você também não quer compreender então...

Limites. Não há nada que me torture mais, nada que me tire de mim... Nem tudo me convém, posso descobrir isso sozinha, não aprende quem não toca, quem nunca se queima... Quero uma humanidade concreta, eu quis o perigo por haver dor, e ser apenas minha.

Colapso, minha vida resultante... Já não há saída dentre todo este problema que se tornou a mesma... Após todo este turbilhão de dúvidas terei respostas?

Acorde-me quando tudo terminar, quando houver uma solução para todo meu caos, quando meu declínio cair por terra. Quando eu voltar...

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