
Sempre me interessei pelo contrário. O incomum, secundário... Silencioso, e sem muito a desejar.
Sempre amei o imperfeito. O inoportuno, descontrolado. O pouco notado.
Sempre observei e quis sentir a essência de cada ser. Para nunca ir.
Sempre busquei o duvidoso. Pois na certeza, o conhecimento, não é tão cauteloso.
Sempre amei os defeitos, que se tornaram qualidades, tomou rumo e equilíbrio de todos os feitos.
Sempre tive coragem para admitir, crer e ser. Nunca quis a opinião alheia, e nem irá.
Nunca deixei meus princípios, algo certeiro. Sem ser sorrateiro.
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