segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Free.



Sempre me interessei pelo contrário. O incomum, secundário... Silencioso, e sem muito a desejar.

Sempre amei o imperfeito. O inoportuno, descontrolado. O pouco notado.

Sempre observei e quis sentir a essência de cada ser. Para nunca ir.

Sempre busquei o duvidoso. Pois na certeza, o conhecimento, não é tão cauteloso.

Sempre amei os defeitos, que se tornaram qualidades, tomou rumo e equilíbrio de todos os feitos.

Sempre tive coragem para admitir, crer e ser. Nunca quis a opinião alheia, e nem irá.

Nunca deixei meus princípios, algo certeiro. Sem ser sorrateiro.

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