
“Logo que você nasce, te fazem sentir tão pequeno,
Ao não te dar tempo
Ao invés de tudo...
Até que a dor é tão grande, que você não sente mais nada.
Um herói da classe trabalhadora
É algo para ser
Eles te magoam em casa e te batem na escola;
Te odeiam se é esperto
E desprezam se é um idiota
Até que você está tão doido que não pode lhes seguir as regras...
Um herói da classe trabalhadora é algo para ser
Após te torturarem e assustarem por vinte estranhos anos,
Então esperam que você escolha uma carreira
Até que você não consegue mais funcionar
Estás tão cheio de medo...
Um herói da classe trabalhadora é algo para ser
Te mantendo dopado com religião e sexo e TV
E você pensa que és tão astuto, sem classe e livre
Mas continuas sendo apenas um plebeu fudido, pelo que eu vejo
Um herói da classe trabalhadora é algo para ser...”
A cada segundo a humanidade está em “evolução”... Esse é o termo usado para nos sentirmos vergonha de nossos atos que a cada dia mais ferimos a nós mesmos. Pois bem, não importa o que aconteça... As pessoas têm a louca mania de julgar os demais, talvez pela etnia, cultura, estilo de vida... Se és inteligente, ou autônomo... És "careta"... É algo tão fútil, mas é o que há entre todos nós... Muito seres, e pouco humanos.
Foi criado um padrão a ser seguido por toda a humanidade, caso fuja, serás punido. A expressão é limitada... E a maioria dos sentimentos virou marketting. Fizeram-nos acreditar em alegorias, destinos traçados, mentes vazias, única forma de felicidade, ou na fórmula “dois em um” – duas pessoas pensando o mesmo.
Temos tantos inventos criados, caminhos traçados... Mas até hoje não aprendemos a amar de verdade, e nem a entender o que realmente somos... Um grande nada perante tudo que no Universo existe, pois ainda somos animais que ele habitam, e nunca passaremos disso...
Conseguimos ser tudo... Menos humanos... A humanidade está a cada dia mais desumana... E será que ainda temos chance?
"A nossa civilização é em grande parte responsável pelas nossas desgraças. Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e retornássemos às condições primitivas." – Freud.
Nosso desenvolvimento é contrário há nossas necessidades.
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