Páginas, aromas, fotografias, outros ventos e garrafas sem
rótulos. Eu queria te dar um pouco do meu amor mundano. Falar-te de Drummond
até o fim da madrugada e das poesias verssilibristas nuas em minha mente. Sobre
Elis, a brevidade da vida e do etílico que enche meu copo e elogia minha loucura
com versos que jamais se apagam, que se deixam e vão.
Devorar-te com a vida que existe em meus olhos; Te
ensurdecer com meu riso que soluça; Te embriagar com a minha lucidez que divaga
sem heróis, mas com amor leve e te fazer sorrir, pelo menos uma vez, com a
volúpia sacana do meu olhar que te fita. eros
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