
Amor é como um suícidio indiretamente encomendado. Mas que está dentro de uma grande caixa, que te ata em um laço maior ainda... Para que faças parte deste embrulho desastroso.
O amor mata. O amor é humano. O amor é finito. Duvidoso suplício que nos faz mergulhar.
Idealize o poder imune e amoroso ao que nos é racional: Idealizações não passam de ilusões que tentam tocar a perfeição. Não há! Não somos primorosos o suficiente para tanta pretensão. Somos seres inacabados, assim como o amor foi criado, mas sem conclusão... Longe de discernimos o suficiente para sermos plenamente felizes e ao mesmo tempo livres.
Não poderás lutar com as lágrimas que virão... E tua vida atirada a outro alguém, que ali para ti não está. És volúvel, amor... És limitado? Não és recíproco! Não irás voltar quando a chuva cessar? Não renovo esperanças inerentes. És um equívoco, és um, apenas e mais um. Vai e vem, mas não volte. Fuja para que eu me encontre.
Eu não me perco! Não me perco mais. Sou amarga, sou sórdida e tola... Fui amante. Sou constante. Sou fria. Sou humana. Sou um anjo que mente para manter o controle.
Parte I
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