
Talvez se você pudesse compreender, eu fui embora, mas eu nunca disse adeus. Eu fui o teu início interminado, uma incógnita e você é minha utopia. O que me faz sorrir espontâneamente, a falta que faz nos meus fins de tardes e nas madrugadas sombrias deste buraco do inferno. E eu já não sei o que faço com este sentimento beligerante... Sendo tu, amor, és tão constante quanto a mudança e ambos habitam o que há em mim.
Ora se é ódio, ora se é amor. Ora se quer estar e ora se quer esquecer por medo de perder. E o real é que eu preciso da tua proteção, a falta é meu veneno... O que arranca meu juízo, mas faz sóbrios meus sentimentos vivos, és minha droga ilícita.
Cartas se vão, memórias vêem... A nostalgia volta ao enxergar a noite tocando a linha do horizonte parte da Lua se aconchega em meio á constelação, e dentre esta escuridão encontro o que eu sinto em dizer por ti, para me fazer sentir melhor, pois não há ontem pro que não se disse adeus, dizer adeus significa saudar o fim, e o fim só chegará quando ambas as partes botar uma pedra sobre o livro do passado.
E cairá partes integrantes deste mesmo livro que me levará a ti novamente, a querer pertencer aos teus pensamentos... E ser como se nunca estivesse partido. És a prova viva que ainda existe vida em mim.
Adoreei :}
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