
Me disseram uma vez, que sentimentos são como a cor de uma rosa. Escrevo da forma que penso, escrevo quando me falta ar, escrevo quando a rotina me desafia, escrevo para não desanimar, escrevo para sentir algum sentimento e ter a virtude da cor. E acabei por descobrir que minhas dúvidas são e vão além do que eu tento botar no papel, além do movimento de transformação irracional. E dentre tudo que se posiciona em posição de revolta: verdades absolutas são infames! Objetivos vão, mas ás vezes não voltam e no lugar destes vêem outros ocupar o espaço. Deve ter algo de errado... Eu não sei se é seguro sonhar, já que sonhar é como chegar mais perto de um objetivo. E se amanhã, ou depois eu me transforme outra vez? Ou pior... Eu posso não realizar “sonhos” pelo movimento de tudo: tempo.
E então, acabo por criar metas. Metas em que a política de ética está por decair, maquiavélico não? Como se os fins justificassem os meios. O fingimento de demonstrar virtudes, na qual jamais foram possuídas. Uma guerra, guerras são injustas, pois nem todos têm as mesmas armas. E tudo isso para estarmos satisfazendo nossos instintos, “realizando sonhos”. É, o ser humano é frívolo e insidioso. Ás vezes o mais correto seria procastinarmos de nossa ambição.
Os fins não justificam os meios, por várias vezes não merecermos tudo que conquistamos, muito por invadir o espaço de vivência do outro, cegos de humanidade... Procura do poder e ter, capazes de deixarem o ser.
“Você alimentou o fogo que queimou nós todos quando você mentiu. Para sentir a dor que te deixou negro por dentro. É sua decisão!”
Ali In Chains-Your Decision ♪
Nota: Aula de Filosofia Política deu um desvaneio sem sentido algum.
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