quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Focus.


Eu sempre soube separar tudo que se tornava prioridade, e o que se tornava mera ambição. Dúvidas são eternamente intoleráveis, mas algumas vezes é necessário sentí-las para sermos persuasivos e manter o foco. O tempo, é outro fato, não é eterno. Não temos total controle das fases da nossa vida. Um dia se é, e no outro passa-se a ser devir. Somos mutáveis, perfeitas metamorfoses. Mas existe um problema entre a lagarta e a borboleta: Onde é que queremos chegar, e o quanto mais sábios estamos?

Mil anos podem se passar para um ser inerte, a eterna pedra que chora a margem do mar... E será o mesmo inábil de mil e um anos atrás. Nem todos nós estamos adeptos a mudar, e aceitar a isso não como uma imposição, mas como algo integrante da vida, assim como a morte. Porém, a morte é algo uno. Maniqueísta, o fim – até onde conhecemos. E mudar, é arriscar a cada vez estar em um patamar da vida... Mais vivo, mais intenso, mais amoroso... E não negue, que a vida possui duas faces, boa e má, pra ser um tanto extremista. Assim, como és tu – inúmeras personas.

O dia da vida, sábio, é o último... Assim até o momento de uma morte triunfal. Assim, terás a visão pelos olhos de uma criança, que está disposta a descobrir o que é a vida, a cada respirar. Não deixe a terra parar, o mundo entrar em lapsos rotineiros. Conhecer a ti mesmo, e o que te rege nunca será o suficiente, mas a sua busca sim. Não pare, reinvente-se... Renove a tua essência, sem perder o princípio – humano, o foco para uma vida plena de liberdade... Ser.

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