terça-feira, 1 de junho de 2010

O vitríolo ou amargura?


A mente de um alienado, incompreendido e inacabado.

A luz que reflete em teu olhar me cega, tua íris brilha como um intenso mar de emoções, como alguém que é impedido de ser. A sua complexidade é algo que não deveria existir na simplicidade de que as coisas são, mas não para ti. Tua voz ecoa, tua luz ressoa no teu martírio, o teu calvário de vivência.

Teu veneno, vitríolo... Teme tua realidade e cria tuas ideologias em uma mente em que a amargura reina com o medo de viver. A essência de que é a vida o deixa reprimido, tuas carências jamais compreendidas... Como uma criança que nem se quer teve seus cabelos acariciados depois de um longo pesadelo na noite fria de junho.

Metade do teu ser, metade da tua lucidez adicionada com meia insanidade... Esqueça o que te fere, és sádico, és sético, és imune a ti mesmo... Não há rima, há ambiguidade, há inconseqüência.

Uma vida, uma sátira épica... Nada mais que um dia de domingo, quando o tempo demora a passar... Não há ninguém nas ruas, mas depois vem a segunda e o teu mundo volta a reinar, a tua rotina sem nenhum deleite.

Prazer!

Nenhum comentário:

Postar um comentário