sábado, 26 de junho de 2010

The Hardest Part.


O tempo maltrata minha consciência, a dor é inevitável... Me lembro de você em dias assim, e que tudo que eu mais precisava era da tua presença apenas. Talvez hoje seja tarde, talvez hoje nem exista... Na descoberta de que sempre amei você e toda a liberdade que você significava.

Você foi o remédio para a dor da minha vida, minha proteção, o que encheu meu ser com o que eu nem sei explicar... Muito mais que liberdade, meu estranho protetor. E todo terminou com meu amargo sacrifício... É passou-se mil anos, o tempo é incontrolável, mas pode ser eternamente presente e indelével. Estava tudo certo entre nós, até o momento em que o amor surgiu? Dizem que os sentimentos são como as ruínas de um homem, eu discordo... Mas meus argumentos são de um amante brigante, que sente medo de dizer o quão grande pode ser...

Lembra de quando éramos nós dois, e o resto do mundo? Mas meus olhos seguiam você, por onde quer que você fosse. E agora, isso nem é possível. Meu lugar é aqui em teoria, a minha verdadeira ruína. Nosso verdadeiro lugar é onde está o coração, algo que a razão equilibra. O que ainda não me foi tirado, com o que resta da minha lucidez.

Armadilhas do tempo são fugazes, assim como a vida é efémera... Mas nada se perde, tudo se transforma, será assim este amor? A única certeza é o que eu sinto... Passou-se a multidão, está intacto. Verdades e resenhas, medos e inseguranças... Encho as linhas do caderno.

Senti você indo embora. Fui a parte mais difícil, mas você é parte da minha cura! A cura... De te tocar mais uma vez.

And I'd give up forever to touch you...

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