
É... Eu tentei da maneira mais súbita acabar com meu sofrimento que já nem era mais opcional... Passou para a fase em que isto se tornou desencadeamento do que eu não pretendia demonstrar. Minha tentativa foi de terminar e apagar tudo que me fazia mal, mas se fosse assim... Tão fácil, eu teria que deletar partes permanentes da minha vida, o que eu sou obrigada a aceitar, mas não é o caso desta... Disso tudo, te apagar de tudo da minha vida – dessa maneira – talvez não tenha sido o correto ou talvez sim... Não há sentido para tudo isso para sentir... Não mais, certo? Eu aqui e você lá...
Consolação... AH! Foi o que eu mais tenho recebido nos últimos tempos, como se estivesse enferma... Uma enfermidade crônica, mas não é bem isso que eu preciso. Preciso provar por mim, e mostrar ao ser que mora aqui dentro que eu sou tão cruel que posso matar o “amor” que eu não quero mais, mas que ele insiste em manter em grilhões...
Só sei que a tua divisão, a tua contradição... Fizeram de ti o inacessível, e eu como alguém com o sangue quente quis o que eu não pretendia e nem deveria. O meu deslize, o meu declínio... A íngreme ruína, o doce sacrifício. E o fascínio despertador por mim...
O amor é ridículo da vida e o desejo é uma fraqueza da carne... E você ai, com seu turbilhão de dúvidas, tornou-se ridículo por si só.
Mas você, você não é permitido. Você é inacessível... Um infeliz deslize. Deve ser estranhamente excitante assistir o inabalável sofrendo. Deve ser meio difícil dizer, assistir o pastor precisar de ensinamento.
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