sexta-feira, 21 de maio de 2010

When sky is gray.


Já segurei a mão do demônio, rompi com minha consciência, enganei a razão e testei os limites do que realmente sou... Já senti o céu chorar sobre mim, o sopro divino da vida e o pino do que sou.

A esperança de encontrar resposta murcha a cada nova convicção da realidade. E o medo de ter medo é responsável por parte que a faz. Por um segundo a ordem é e por outro volve, segue rumos opostos aos seus antecedentes.

Não posso voltar ao ontem – ninguém tem a fórmula para isto. Hoje é a minha ruína de emoções incompreendidas, e o amanhã? Ah, uma epifania resolveria essa ignota constante que me afoga a cada noite fria de maio...

É já não sei como me sentir. Á minha frente à vista da noite, há tantas pessoas lá fora e cada uma delas tem uma história permanecendo erros e vitórias... E por alguns momentos é egoísmo me colocar como o centro de todo o mundo... E essa monotonia de ser e estar entre as pessoas, e ao mesmo tempo só me distancia da minha verdadeira humanidade...

É como cair aos pedaços e ter que juntá-los sozinho, compreende? Ah, minha mente dá voltas e mais e mais voltas... Talvez você não seja tão insano quanto eu, mas aqui dentro tudo isso tem real e absoluto sentido!

Minha insanidade é algo que não tem razão, ou tem... Mas é insano o motivo. Impeça a distimia de me fazer fraquejar e ter sete segundas feiras por semana, pois uma já me basta. E o último dia da minha vida será hoje, será amanhã!

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