terça-feira, 18 de maio de 2010

A dúvida é apaixonante.


Padrão e definitivo são coisas extremamente monótonas... E a juventude de hoje é capaz de aceitar qualquer coisa, e sanam suas dúvidas com a plena ignorância do existir.

A origem de tudo é algo tão intrigante, mas por que essas dúvidas “insanas”, essas incógnitas aparecem justo na adolescência, onde há cobrança de todos os lados? Por que ninguém consegue respondê-las? É na maioria das vezes somos dopados por normas, estereótipos, religião, política... Tudo que convém ao poder absoluto, quem tem todo o poder aquisitivo do mundo... O que movem nações e levam homens ao ápice da insanidade, a irrelevância humana.

Há tanto para se ver... E somos cegados, somos pré-condicionados a acreditar no que nos querem vender, e o conhecimento que recebemos não passa de mera informação... Como conseqüência a cada segundo em que convivemos com isso, perdemos nosso sentimento de crítica, nosso ceticismo, o logos real!

Não quero! Não admito que minha vida se torne algo tão monótono quanto à certeza de tudo... Se não de onde vim, o que eu sei? É... Nada sei. O nada é tudo e tudo é basicamente nada, mas no fim tudo é uno e ímpar. Não nasci para ser indiferente à realidade e nem ignorante à existência... O espelho não mostra a essência do ser humano, e nem quem ele realmente é, este é o poder da razão e tampouco usamos dela... Nosso maior recurso, o apeíron que está dentro de cada um.

A vida não passa de mera poeira ao vento e tenho liberdade de ser e também o que escolher ver e acreditar... Ou apenas ver tudo e não acreditar em nada, ou em quase nada!

Faça o que tu queres, pois é tudo da lei! Da lei!

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