sexta-feira, 7 de maio de 2010

Meu complexo.


Vou partir os grilhões que me prendem ao que é plausível a sociedade. Não quero o padrão e nem o definido. Ninguém tem a real convicção do que sou, pois visto mais de um personagem, mais de uma personalidade e que no fim torna-se apenas uma e esta gira em torno da razão inata e da idéia de todas as coisas que existem em minha volta.

Posso ser egoísta, fria e gélida... O capeta de saia se você preferir, a encruzilhada das tuas assombrações... Não cheque minha mente, estou bem e posso dizer assim.

Também posso ser uma anomalia de toda a tua existência, a tua preocupação e decepção... Que nada importa entender.

Seres imparciais e sem preocupação nenhuma em dizer o que há de fato, apenas por não saber a maneira de expressar... É tudo tão simples de entender... Mas por que tudo se faz em ser o pior da situação?

Palavras ecoam como um ruído estrondoso, e eu já não sei mais quem vocês são... Por nem aceitar o que fizeram o que tem... Nem tentar entender os meus sentimentos, as minhas convicções.

O padrão faz com que julgues o que há em mim; a religião, a erudição e as minhas verdades... E tudo não passa de mera informação. Só que em um momento mais deveriam se lembrar das virtudes que estão implícitas na humanidade de cada um, inclusive na minha. A minha essência.

Onde estão meus heróis que me cobriam nas noites de inverno? Será que devo continuar com meu disfarce a as minhas mil e uma mentiras?

Eu só mais do que um simples erro no meio do caminho.

Quero colo, vou fugir de casa...

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