
Talvez esteja coberta de dor, sem piedade para que me salve... Já não sei o que fazer... Já nem me importo, pois a dor é inevitável...
Procuro respostas a todo o momento, para minha carência de explicações... Ainda não entendo a ordem, nem sei se ainda faço dela... Essa dúvida está crescendo dentro de mim, o que eu devo fazer? Creio que esquecer seja alternativo, mas o que é árduo e incoerente.
O inalcançável me chama, o que eu desejo... Minha cura, meu ápice do que poderá ser felicidade... Pois até os seres mais miseráveis podem encontrar – seres como eu – apenas mais uma razão para que isso se torne verdade, dentre todos os fatos... Mitos e mentiras sobre nós dois. Algo que é verdadeiro, o que restou, o desejo...
Isso cresce dentro de mim, algumas vezes mais e outras menos... É humano, emoção... Envolve-se com a razão... Silencio e melancolia do vento tocando minha pele... Já não tem mais sentido estar aqui, de todas as fatalidades... A partida...
É um carma, algo pesado para uma alma fria e cansada... Dentre todo seu sentimento centralizado em tudo que acredita, apenas por amar...
Será que ainda nos tornaremos reais? Ou nada vai passar de sonho e desejo? O futuro é próximo, será ele existente? É, apenas mais uma vez... Estou aqui exaltando minha carência...
“I'd do anything to have her to myself
Just to have her for myself…”
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