quarta-feira, 24 de março de 2010

E é assim...


Talvez eu seja o mal, que você teme em possuir... A escuridão que assola as tuas noites de céu encoberto. Teu erro mais sórdido. A tua verdade mais sorrateira. Teu passado que está presente, a pretensão para o futuro. A contradição, a tua maldição. Teu veneno lento... Teu declínio.

Será mesmo, que você ainda consegue ter ódio dentre todos os meus erros, e os teus já perdoados... Acho que nossa condição é complexa demais para permitir este tipo de desejo, desses erros, desses medos... Mas você, ainda é minha maior verdade.

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