
A maioria das pessoas estão a procura por respostas, mas eu estou a procura de perguntas. Sempre acreditei ter respostas para o que eu vivi, senti ou o que for que esteja para acontecer. A vida que me faz ter a impressão de que posso prever o ápice e o declínio dos fatos. É implantar um sistema pra tudo, e tudo acaba se tornando rotina: começo esplendoroso, meio rotineiro, e fim em que a culpa é entregue para que meu orgulho de ouro vença.
O amor e a esperança estão acorrentados. Deixei a realidade livre, mas será que esta sabe o que realmente é a liberdade? Não. Pois ela não se desfaz do que a fere, é real até sangrar os olhos em lágrimas, acorrentando as esperanças. A única forma de liberdade é estar livre de aprisionar alguém, ou algo ao teu peito. O teu sistema é um ladrão imperdoável, pois te rouba chances de encontrar o que insanos dizem ser felicidade.
O eco de todas as minhas teorias sobre quem sou, está me assombrando pelo meu mero medo de ser, e deixar seja, mesmo que eu a impeça ela será, me martelando a mente até que me enquadre. E supere medo de atirar-se ao mar de fogo e não conseguir vencer Hades as trevas para se salvar da mesma vida que martelará-te os dedos.
A vida te dá o amor, a paz, a liberdade e você pode desperdiçá-los. Mas a única coisa que a vida entrega-te e não toma, são as memórias construídas de um momento pleno de felicidade. Não tenha medo de viver o que não está ao alcance de seu entendimento, o que é essencial os olhos não vêem, apenas se sente pela alma.
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