Eis quem me carrega da solidão - a eterna procura angustiante pela existência.
Ao acordar as primeiras dores triviais. E agora?
Os frascos de morfina vazios e a rotineira batalha não afaga. O dia não te espera viver.
Horas, assuntos, relações, olhares - medíocres. Ei-lo, a correr sem importância.
O café esfria enquanto o falatório nauseante prossegue em função de virtuosas vidas afogadas em verdades dogmáticas - medíocres. Regurgita-se sobre sobre nossas canecas sujas o mesmo de ontem e de amanhã... Todavia, não se disse nada.
Observação - Devaneio.
Telefone - Toque - Interrupção (corriqueira) - A resposta se vai. Eis a vida que te põe e te carrega da doce solidão.
Existes, mas não se livras - Esvazia-se novamente.
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